quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Doutrina Espírita para principiantes (vídeo)


terça-feira, 16 de setembro de 2014

Desapego

Vivemos uma época de celebridades, apelos fáceis à riqueza, ao consumismo, às paixões avassaladoras. 

Transitamos aturdidos por um mundo em que o destaque vai para aquele que mais tem. E a todo instante os comerciais de televisão, os anúncios nas revistas e jornais, os outdoors clamam: Compre mais. Ostente mais. Tenha mais e melhores coisas. 

É um mundo em que luxo, beleza física, ostentação e vaidade ganharam tal espaço que dominam os julgamentos. Mede-se a importância das pessoas pela qualidade de seus sapatos, roupas e bolsas. 

Dá-se mais atenção ao que possui a casa mais requintada ou situada nos bairros mais famosos e ricos. Carros bons somente os que têm mais acessórios e impressionam por serem belos, caros e novos. Sempre muito novos. 

Adolescentes não desejam repetir roupas e desprezam produtos que não sejam de grife. 

Mulheres compram todas as novidades em cosméticos. 

Homens se regozijam com os ternos caríssimos das vitrines. Tornamo-nos, enfim, escravos dos objetos. Objetos de desejo que dominam nosso imaginário, que impregnam nossa vida, que consomem nossos recursos monetários.

 E como reagimos? Será que estamos fazendo algo – na prática – para combater esse estado de coisas? 

No entanto, está nos desejos a grande fonte de nossa tragédia humana. 

Se superarmos a vontade de ter coisas, já caminhamos muitos passos na estrada do progresso moral. 

Experimente olhar as vitrines de um shopping. Olhe bem para os sapatos, roupas, joias, chocolates, bolsas, enfeites, perfumes.

 Por um momento apenas, não se deixe seduzir. Tente ver tudo isso apenas como são: objetos. E diga para si mesmo: Não tenho isso, mas ainda assim eu sou feliz. Não dependo de nada disso para estar contente.

 Lembre-se: é por desejar tais coisas, sem poder tê-las, que muitos optam pelo crime. Apossam-se de coisas que não são suas, seduzidos pelo brilho passageiro das coisas materiais. Deixam para trás gente sofrendo, pessoas que trabalharam arduamente para economizar... 

Deixam atrás de si frustração, infelicidade, revolta. Mas, há também os que se fixam em pessoas. 

Veem os outros como algo a ser possuído, guardado, trancado, não compartilhado. Esses se escravizam aos parceiros, filhos, amigos e parentes. 

Exigem exclusividade, geram crises e conflitos. Manifestam, a toda hora, possessividade e insegurança. Extravasam egoísmo e não permitem ao outro se expressar ou ser amado por outras pessoas. 

É, mais uma vez, o desejo norteando a vida, reduzindo as pessoas a tiranos, enfeiando as almas. Há, por fim, os que se deixam apegar doentiamente às situações. Um cargo, um status, uma profissão, um relacionamento, um talento que traz destaque. É o suficiente para se deixarem arrastar pelo transitório. 

Esses amam o brilho, o aplauso ou o que consideram fama, poder, glória. Para eles, é difícil despedir-se desse momento em que deixam de ser pessoas comuns e passam a ser notados, comentados, invejados. 

Qual o segredo para libertar-se de tudo isso? A palavra é desapego. 

Mas... Como alcançá-lo neste mundo? Pela lembrança constante de que todas as coisas são passageiras nesta vida. Ou seja: para evitar o sofrimento, a receita é a superação dos desejos. 

Na prática, funciona assim: pense que as situações passam, os objetos quebram, as roupas e sapatos se gastam. Até mesmo as pessoas passam, pois elas viajam, se separam de nós, morrem... E devemos estar preparados para essas eventualidades.

 É a dinâmica da vida. 

Pensando dessa forma, aos poucos, a criatura promove uma autoeducação que a ensina a buscar sempre o melhor, mas sem gerar qualquer apego egoísta.
 Ou seja, amar sem exigir nada em troca.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Imortalidade da alma



A morte amedronta tanto o ser humano, que este assume posturas as mais variadas, desde aquelas infantis, em que nega toda a sua maturidade, até outras em que chega a negar a sua condição de ser racional. 

É profundamente estranho que essa criatura, que se pavoneia de ser o rei da criação, se mostre tão dolorosamente despreparada diante da única certeza comum a todos os seres humanos: a certeza da morte.

 Ao interrogarmos uma pessoa onde quer ser enterrada quando morrer, certamente ouviremos como resposta a designação de um local de sua preferência. 

Ao ser interrogada sobre o destino da sua alma, certamente responderá que irá para o céu. Mas a fragilidade desse posicionamento é facilmente demonstrável diante de um simples questionamento: “E se ela não for para o céu e sim para o inferno, que isso importa a você, vez que é ela quem vai e não você? Você não disse que deseja ficar enterrado em tal lugar?” 

Essas perguntas causam perplexidade e levam muitas pessoas, pela primeira vez, a usarem seu raciocínio no exame do assunto morte. 

Depois de algum tempo, costumam aparecer saídas como esta, ditas até em tom vitorioso: “Não sou eu quem vai ser enterrado em tal lugar; é o meu corpo!” 

Com essa afirmativa, ao invés de resolver o problema, agrava-o ainda mais.
 O ar de vitória desaparece logo, ao se lembrar à pessoa que ela usou dois possessivos: meu corpo e minha alma. 

Ora, o possessivo, como bem ensinam as gramáticas, é a palavra que indica posse. Se há posse, há possuidor. Quem é o possuidor daquele corpo e daquela alma? Quem está habilitado a apresentar-se como proprietário e, conseqüentemente, reclamar-lhes a posse? 

 É exatamente essa falta de racionalidade que leva o homem a fugir do assunto, portando-se como a criança que, ao esconder o rosto atrás das mãos, imagina ter resolvido o problema do seu esconderijo. Ou como o avestruz que, segundo dizem, esconde a cabeça sob a areia, pensando fugir do perigo. 

 A criatura humana recusa-se a pensar, porque pensar na morte dói. Meditar, refletir sobre a questão, só pode revelar-lhe a sua fragilidade, o seu despreparo diante do magno as-sunto. E qual a saída para o impasse?

 A única posição lógica é aquela de o homem assumir a sua condição de Espírito imortal, detentor da posse de um corpo físico, pelo qual ele se manifesta temporariamente, enquanto esse corpo tiver vida.

 É o Espírito que pensa, que aprende, que odeia, que ama. O corpo é mero instrumento de uso transitório. Pode-se até dizer que é descartável. O Espírito, não. Ele é imortal, indestrutível. É o arquivo vivo de todas as experiências vividas durante a romagem terrena. 

 Com o fenômeno da morte, o Espírito se afasta do corpo que já não mais lhe serve como instrumento, podendo dizer, na ocasião: “habitei esse corpo, serviu-me ele de vestimenta durante muitos anos”. O corpo jamais poderá dizer: “Esse espírito que aí vai foi meu”, simplesmente porque o corpo é matéria morta, que começa a decompor-se tão logo ocorra a morte. 

 Ao conscientizar-se dessa realidade, o homem passa a ter uma verdadeira consciência de imortalidade. 

Quanto mais medita sobre o assunto – desde que desligado de explicações de determinados teólogos –, tanto mais adquire um estado de consciência a que se pode chamar “cidadania espiritual”. 
Passa a sentir-se imortal. 

A morte já não mais se constitui naquele desastre terrível a bi - ou tripartir-lhe o ser: “Vou para debaixo da terra, minha alma vai para o céu e eu para não sei onde.” 

Ao assumir a cidadania espiritual, seus horizontes se alargam. Já não é apenas um homem, mas um Ser imortal, cujo destino não se prende apenas à Terra, vez que se sente pertencente ao Universo, às “muitas moradas da casa do Pai”, conforme ensinamento de Jesus. Assim pensando, chegamos à conclusão de que somos essencialmente espíritos, atualmente encarnados. 

Um dia deixaremos nosso corpo terrestre, como Jesus deixou o seu, conservando apenas o corpo celeste, imortal, conforme o Mestre, de forma genial ensinou e exemplificou! 

Fica, entretanto, para muitas pessoas, uma pergunta que invariavelmente aparece quando são feitos estes comentários: Se o túmulo estava vazio e o corpo com que Jesus se apresentava era espiritual, onde ficara seu corpo físico? 

O Mestre, evidentemente, não podia esclarecer o assunto àqueles com quem convivera, conforme se comprova em suas palavras, já citadas: “Ainda tenho muito a vos dizer, mas não o podeis suportar agora.” (Jo, 16: 12). 

 Cumprindo a promessa de Jesus, o Consolador vem relembrar as suas lições e explicar muitos fatos que foram registrados pelos Evangelistas, mas que à época não foram compreendidos, como as súbitas aparições de Jesus no cenáculo e na pesca, e o seu desaparecimento desconcertante diante dos companheiros de caminhada a Emaús.

 Tais fatos, tomados por miraculosos por muitos teólogos, encontram no Espiritismo explicações claras e lógicas, não no campo das especulações teológicas, mas dentro da objetividade da Ciência, nas pesquisas do fenômeno de materialização – hoje chamado ectoplasma pelos parapsicólogos – levado a efeito por vários cientistas, entre os quais se destaca a figura de Sir William Crookes o célebre físico inglês, que pôde provar que o Espírito Katie King, com seu corpo espiritual materializado, limitava-se dentro do plano material como se estivesse encarnado, tornando-se visível, audível e tangível.(“Fatos Espíritas”, William Crookes; “História do Espiritismo”, Arthur Conan Doyle). 

 Quanto ao desaparecimento do corpo físico de Jesus, pode-se ler esclarecimento sobre a dissipação de fluidos remanescentes em cadáveres, no livro “Obreiros da Vida Eterna”, de André Luiz (caps. 15 e 16). 

Trata-se de operação piedosa levada a efeito por benfeitores espirituais, que dissipam na atmosfera os fluidos remanescentes no corpo, antes do sepultamento, afim de resguardá-lo de profanação que poderia ser levada a efeito por Espíritos inferiores. 

 Fazendo-se um paralelo, é lícito supor que o próprio Mestre se haja encarregado de dissipar as energias remanescentes em seu corpo e, ao fazê-lo, desmaterializou-o completamente. 

É fácil entender que o corpo de Jesus não poderia ficar no túmulo, pois quando se divulgasse a notícia que o Mestre ressurgira da morte, ele seria fatalmente exposto pelos sacerdotes, a fim de negar a ressurreição, que, para quase todos, era apenas física.

 E não seria essa a resposta à pergunta crucial deixada no ar pelos cientistas que estudaram exaustivamente o Sudário de Turim, que apresenta impressa a figura de um homem, cujas características coincidem com o que se sabe a respeito do corpo de Jesus, tanto no que tange às características físicas, quanto aos sofrimentos que lhe foram impostos, sem que hajam eles conseguido saber que tipo de fenômeno ocorreu na superfície do tecido para fixar, de maneira impressionante, aquela imagem? 

 Entretanto, é inegável que a essa impressão no tecido não foi provocada por radiação, nem por calor, nem por tintura, nem por pintura. Até hoje não se sabe o que provocou aquelas impressões que permitem a um computador restaurar a figura de um cadáver que fora flagelado e crucificado, antes de ser deposto sobre aquele pano.

 Concluindo, pode-se dizer que o Espiritismo, ao decodificar a mensagem de imortalidade deixada por Jesus, esclarece-nos a respeito do que verdadeiramente somos: Espíritos imortais, temporariamente encarnados em corpos mortais!

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Oração da Consciência Espírita

Senhor Jesus!
 Nas esferas de nossas necessidades abrigávamos antes a ideia de que para compreender o Teu Evangelho bastava-nos ler as escrituras dilatadas em versículos e capítulos e tão somente apresentarmos como arautos do altar ou nos púlpitos dos louvores exteriores. 

 Comungávamos nós, Senhor, da necessidade precípua de Te encontrar manso e humilde de coração, mas vergastávamos o conhecimento por meio de nossas próprias posturas, de desafios incongruentes com a Tua proposta serena e pacificadora. 

 É bem verdade, Senhor, que diante dos tropeços de nossas escolhas, os vossos mensageiros nos haviam avisado muito antes dos perigos que corríamos por continuar conspurcando as mensagens e os Vossos ensinos imorredouros, mas ainda a força do orgulho falava muito alto em nossas atitudes e pensávamos que por poder conduzir as organizações terrestres estaríamos isentos das consequências das Leis Divinas. 

 Quando tomamos conta que a nossa consciência é a verdadeira Igreja, o verdadeiro altar e demo-nos por Espíritos empobrecidos de virtudes, no qual, muito pouco, tínhamos a oferecer no grande retorno do Espírito imortal, ajoelhamos verdadeiramente interessados em nossa transformação interior. 

 E por misericórdia e compaixão, amor e iluminação de nossas vidas, Tu nos oferecestes a verdadeira chance, a oportunidade de adentrarmos na grei que oferecia a lúcida e misericordiosa presença da Doutrina Espírita.

 Ouvimos na acústica de nosso coração as informações dos Mentores de alta envergadura nos dizendo: “Não tereis mais as encíclicas, não utilizareis mais os versículos e capítulos, não herdareis mais os púlpitos e nem mesmo estareis sobre a tutela da força de nenhuma instituição poderosa na Terra! 

Volverão, agora, qual singelos agricultores da Boa Nova! Deverão aprender no seio da família e no silêncio das próprias renúncias a construir o templo que antes desprezaram. 

 Viverão entre os homens bons e não serão exaltados pela vossa fé. 

Estarão entre todos no relicário de vossa consciência para verdadeiramente promover o Cristo por meio de vossas ações. 

 Os desafios serão volumosos por conta das desistências que criastes no ontem, mas não lhes faltarão os avisos amorosos. 

Receberão diretamente as vozes do além que virão vos convidar ao proceder imorredouro da caridade fraternal. 

Entre homens e desafios, dificuldades e expectativas serão convocados a administrar os templos simples do Espiritismo na Terra. 

 Entre todos esses templos aprenderão a erguer agora o novo altar da consciência e os estudos não deverão ter mais as características amedrontadoras e aquelas em que o poderio temporal vos exaltava a vaidade.

 Quando, então, em choros e lágrimas, gratidão e devoção, despedimos destes companheiros primários e além, uma Luz Crística e amorável do alto nos olhava.

 E na intimidade de nossos corações ouvimos a fala íntima dizendo-nos: Eu venci o mundo, vos também podeis. E eis que agora, a nova chance colocada à nossa disposição para vencer o nosso mundo íntimo, superando as agruras que o mundo exterior nos oferece para o nosso aprendizado. 

Volvamos para os nossos lares convictos de que as nossas novas ocupações na lide espiritual, significa o estado propício da reparação mais adequada de nossas próprias consciências.  
É agora o momento do testemunho feliz, da entrega, da renúncia e da cooperação. Jamais, em tempo algum, vivenciamos tamanha oportunidade de esclarecimentos e ascensão em nosso mundo íntimo.

 Jesus hoje é nos apresentado na sua figura simples, humilde e clara e para nós é o que basta. Que Jesus fortaleça-nos para todo o sempre o nosso momento atual que significará um marco decisório para as nossas realidades espirituais de todo o sempre. 

 De vosso irmão, Antônio. Muita paz.

sábado, 30 de agosto de 2014

Paz Intíma

A confiança em Deus e em ti mesmo; 
A consciência tranquila; 
O tempo ocupado no melhor a fazer;
 A palavra construtiva; 
A oração com trabalho; 
A esperança em serviço; 
A paciência operosa; 
A opinião desapaixonada; 
A bênção da compreensão. 
A participação no progresso de todos; 
A atitude compassiva; 
A verdade iluminada de amor; 
O esquecimento do mal; 
A fidelidade aos compromissos assumidos; 
O perdão incondicional das ofensas; O
 devotamento ao estudo;
 O gesto da simpatia;
 O sorriso de encorajamento; 
O auxílio espontâneo ao próximo; 
A simplicidade nos hábitos; 
O espírito de renovação;
 O culto da tolerância; 
A coragem de olvidar-se para servir; 
A perseverança no bem. 

Conservemos semelhantes traços pessoais, na experiência do dia a dia… e adquiriremos a ciência da paz íntima com o privilégio de encontrar a felicidade pelo trabalho, no clima do amor. 

 Herculano Pires - Paz Íntima - Chico Xavier.

Dr Bezerra de Menezes


Adolfo Bezerra de Menezes Cavalcanti nasceu em 29 de agosto de 1831 no município de Riacho do Sangue, hoje, Jaguaretama, estado do Ceará. 

No Rio de Janeiro, ingressou, em 1852, como praticante interno no Hospital da Santa Casa de Misericórdia. 

Logo que apareceu a primeira tradução brasileira de “O Livro dos Espíritos”, em 1875, foi oferecido a Bezerra de Menezes um exemplar da obra pelo tradutor Dr. Joaquim Carlos. 

Mais que um adepto, Bezerra de Menezes foi um defensor e um divulgador da Doutrina Espírita. 

Presidente da FEB em 1889, foi reconduzido ao cargo em 1895, quando crescia a maré da discórdia e das radicalizações no meio espírita. 

Bezerra de Menezes desencarnou em 11 de abril de 1900, tendo ao lado a dedicada companheira de tantos anos, Cândida Augusta. 

Morreu pobre, embora seu consultório estivesse cheio de uma clientela que nenhum médico queria: pessoas sem dinheiro para pagar.

Visão espírita do sonho e sonhos (vídeo)


Espíritos Obsessores... Como evitar?

No meio espirita, há uma classe especial de bode expiatório, "O obsessor". 

As pessoas em geral colocam a culpa de suas mazelas no governo, no tempo, na sociedade...enfim, mas alguns espiritas ou simpatizantes, tem alem desses fatores o obsessor. 

Sempre somos influenciados de alguma forma, nossos pensamentos sintonizam com os outros semelhantes...mas é uma atitude meio simplista atribuir a causa de nossos problemas pessoais a "supostas obsessões". 

Todos estamos sujeitos à má influência. 
Mas de que maneiras eles são atraídos ate nós? 
Quem convida quem? 

Nós escolhemos nossos amigos, com quem conversamos, com quem temos intimidades...podemos ate errar nas escolhas, mais temos consciência do que fazemos. 

Os pensamentos que emitimos são convites claro para os espíritos desencarnados que pensem de maneira semelhante à nossa. 

Então, se vc der vazão a pensamentos doentios, a desejos ocultos, a paixões violentas, e a toda espécie de vícios, imediatamente vc vai sentir uma energia diferente, uma energia associada a esse tipo de pensamento. 

Essa sensação é compartilhada e realimentada por espíritos infelizes que incentivam vc a permanecer nessa frequência vibratória. 

Então, se afaste de qualquer pensamento ruim que tire vc do caminho do bem. 

Pense sempre em coisas boas, bonitas...que trazem alegrias ao seu espirito. 

Jamais deixe de rezar e agradecer a Deus por tudo. 

Tente ser melhor a cada dia, ajude quem precisa, oriente quem sabe menos, de seu ombro, pra quem precisa de apoio...que dessa forma, vc vai esta atraindo somente luz, e energia positiva para sua vida.

Perante os amigos


O amigo é uma bênção que nos cabe cultivar no clima da gratidão. 

Quem diz que ama e não procura compreender e nem auxiliar, nem amparar e nem servir, não saiu de si mesmo ao encontro do amor em alguém. 

A amizade verdadeira não é cega, mas, se enxerga defeitos nos corações amigos, sabe amá-los e entendê-los mesmo assim. 

Teremos vencido o egoísmo em nós, quando nos decidirmos a ajudar aos entes amados a realizarem a felicidade própria, tal qual entendem eles deva ser a felicidade que procuram, sem cogitar de nossa própria felicidade.

 Em geral, pensamos que os nossos amigos pensam como pensamos, no entanto, precisamos reconhecer que os pensamentos deles são criações originais deles próprios. 

A ventura real da amizade é o bem dos entes queridos. 
Assim como espero que os amigos me aceitem como sou, devo, de minha parte, aceitá-los como são. 

Toda vez que buscamos desacreditar esse ou aquele amigo, depois de havermos trocado convivência e intimidade, estaremos desmoralizando a nós mesmos. 

Em qualquer dificuldade com as relações afetivas é preciso lembrar que toda criatura humana é um ser inteligente em transformação incessante e, por vezes, a mudança das pessoas que amamos não se verifica na direção de nossas próprias escolhas.

 Quanto mais amizade você der, mais amizade receberá. Se Jesus nos recomendou amar os inimigos, imaginemos com que imenso amor nos compete amar aqueles que nos oferecem o coração. 

 Livro: Sinal Verde - André Luiz (Chico Xavier)