segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Palestra Especial de Ano Novo com Divaldo Franco


 

Temas de Esperança

Quem goste de pessimismo, e se queixe de solidão, observe se alguém estima repousar no espinheiro. 

Pense que se não houvesses nascido para melhorar o ambiente em que vives, estarias decerto em Planos Superiores. 

Com a lamentação é possível deprimir os que mais nos ajudam. 

Se pretendes auxiliar a alguém, começa mostrando alegria. 

A conversa triste com os tristes, deixam os tristes muito mais tristes. 

Quem disser que Deus desanimou de amparar a Humanidade, medite na beleza do Sol, em cada alvorecer. 

Se tiveres de chorar por algum motivo que consideres justo, chora trabalhando, para o bem, para que as lágrimas não se te façam inúteis. 

Nos dias de provação, efetivamente, não seriam razoáveis quaisquer espetáculos de bom humor, entretanto, o bom ânimo e a esperança são luzes e bênçãos em qualquer lugar.  

Guarda a lição do passado, mas não percas tempo lastimando aquilo que o tempo não pode restituir. 

Quando estiveres à beira do desalento pergunta a ti mesmo se estás num mundo em construção ou se estás numa colônia de férias. 

Deus permitiu a existência das quedas d’água para aprendermos quanta força de trabalho e renovação podemos extrair de nossas próprias quedas. 

Não sofras pensando nos defeitos alheios; os outros são espíritos, quais nós mesmos, em preparação ou tratamento para a Vida Maior. 

Se procuras a paz, não critiques e sim ajuda sempre. 

Indica a pessoa que teria construido algo de bom, sem suor e sofrimento. 

Toda irritação é um estorvo no trabalho. 

Deixa um traço de alegria onde passes e a tua alegria será sempre acrescentada mais à frente. 

Quem furta a esperança, cria a doença. 

O sorriso é sempre uma luz em tua porta. 

XAVIER, Francisco Cândido. Companheiro. Pelo Espírito Emmanuel. IDE.

Sinais dos tempos são chegados - Divaldo Franco


 

Capacete da Esperança

"Tendo por capacete a esperança na salvação." Paulo (I Tessalonicenses, 5:8) 

O capacete é a defesa da cabeça em que a vida situa a sede de manifestação ao pensamento e Paulo não podia lembrar outro símbolo mais adequado à vestidura do cérebro cristão, além do capacete da esperança na salvação. Se o sentimento, muitas vezes, está sujeito aos ataques da cólera violenta, o raciocínio, em muitas ocasiões, sofre o assédio do desânimo, à frente da luta pela vitória do bem, que não pode esmorecer em tempo algum. Raios anestesiantes são desfechados sobre o ânimo dos aprendizes por todas as forças contrárias ao Evangelho salvador. A exigência de todos e a indiferença de muitos procuram cristalizar a energia do discípulo, dispersando-lhe os impulsos nobres ou neutralizando-lhe os ideais de renovação. Contudo, é imprescindível esperar sempre o desenvolvimento dos princípios latentes do bem ainda mesmo quando o mal transitório estenda raízes em todas as direções. É necessário esperar o fortalecimento do fraco, à maneira do lavrador que não perde a confiança nos grelos tenros aguardar a alegria e a coragem dos tristes, com a mesma expectativa do floricultor que conta com revelações de perfume e beleza no jardim cheio de ramos nus. É imperioso reconhecer, todavia, que a serenidade do cristão nunca representa atitude inoperante, por agir e melhorar continuadamente pessoas, coisas e situações, em todas as particularidades do caminho. Por isso mesmo, talvez, o apóstolo não se refere à touca protetora. Chapéu, quase sempre, indica passeio, descanso, jazer, quando não defina convenção no traje exterior, de acordo com a moda estabelecida. Capacete, porém, é indumentária de luta, esforço, defensiva. E o discípulo de Jesus é um combatente efetivo contra o mal, que não dispõe de multo tempo para cogitar de si mesmo, nem pode exigir demasiado repouso, quando sabe que o próprio Mestre permanece em trabalho ativo e edificante. Resguardemos, pois, o nosso pensamento com o capacete da esperança fiel e prossigamos para a vitória suprema do bem. 

XAVIER, Francisco Cândido. Fonte Viva. Pelo Espírito Emmanuel. FEB. Capítulo 94.

Como superar pensamentos negativos?


 

domingo, 18 de dezembro de 2022

Carta de Ano Novo



Ano Novo é também oportunidade de aprender, trabalhar e servir. O tempo como paternal amigo, como que se reencarna no corpo do calendário, descerrando-nos horizontes mais claros para necessária ascensão. Lembra-te de que o ano em retorno, é novo dia a convocar-te para a execução de velhas promessas que ainda não tivestes a coragem de cumprir. Se tens inimigos faze das horas renascer-te o caminho da reconciliação. Se foste ofendido, perdoa, a fim de que o amor te clareie a estrada para frente. Se descansaste em demasia, volve ao arado de tuas obrigações e planta o bem com destemor para a colheita do porvir. Se a tristeza te requisita esquece-a e procura a alegria serena da consciência tranquila no dever bem cumprido. Ano Novo! Novo Dia! Sorri para os que te feriram e busca harmonia com aqueles que te não entenderam até agora. Recorda que há mais ignorância que maldade em torno de teu destino. Não maldigas nem condenes. Auxilia a acender alguma luz para quem passa ao teu lado, na inquietude da escuridão. Não te desanimes nem te desconsoles. Cultiva o bom ânimo com os que te visitam dominados pelo frio do desencanto ou da indiferença. Não te esqueças de que Jesus jamais se desespera conosco e, como que oculto ao nosso lado, paciente e bondoso, repete-nos de hora a hora: - Ama e auxilia sempre. Ajuda aos outros amparando a ti mesmo, porque se o dia volta amanhã, eu estou contigo, esperando pela doce alegria da porta aberta de teu coração. 

Pelo Espírito Emmanuel XAVIER, Francisco Cândido. Vida e Caminho. Espíritos Diversos. GEEM.

Jesus... Modelo e Guia (vídeo)


 

Decisão

E - Cap. XXIV - Item 15 Somos tangidos por fatos e problemas a exigirem a manifestação de nossa vontade em todas as circunstâncias. Muito embora disponhamos de recursos infinitos de escolha para assumir gesto determinado ou desenvolver certa ação, invariavelmente, estamos constrangidos a optar por um só caminho, de cada vez, para expressar os desígnios pessoais na construção do destino. Conquanto possamos caminhar mil léguas, somente progredimos em substância avançando passo a passo. Daí, a importância da existência terrena, temporária e limitada em muitos ângulos porém rica e promissora quanto aos ensejos que nos faculta para automatizar o bem, no campo de nós mesmos, mediante a possibilidade de sermos bons para os outros. Decisão é necessidade permanente. Nossa vontade não pode ser multipartida. Idéia, verbo e atitude exprimem resoluções de nossas almas, a frutificarem bênçãos de alegria ou lições de reajuste no próprio íntimo. Vacilação é sintoma de fraqueza moral, tanto quanto desânimo é sinal de doença. Certeza no bem denuncia felicidade real e confiança de hoje indica serenidade futura. Progresso é fruto de escolha. Não há nobre desincumbência com flexibilidade de intenção. Afora tu mesmo, ninguém te decide o destino... Se a eventualidade da sementeira é infinita, a fatalidade da colheita é inalienável. Guardas contigo tesouros de experiências acumulados em milênios de luta que podem crescer, aqui e agora, a critério do teu alvitre. Recorda que o berço de teu espírito fulge longe da existência terrestre. O objetivo da perfeição é inevitável benção de Deus e a perenidade da vida constitui o prazo de nosso burilamento, entretanto, o minuto que vives é o veículo da oportunidade para a seleção de valores, obedecendo a horário certo e revelando condições próprias, no ilimitado caminho da evolução. 

XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Opinião Espírita. Pelos Espíritos Emmanuel e André Luiz. CEC. Capítulo 27.

Doutrina Espírita para Principiantes (completo)


 

O brilho do Natal

Brilha, de novo, o Natal de Jesus no mundo! A manjedoura, a estrela, os pastores felizes. Chega o Mestre trazendo novas diretrizes, Enaltecendo o bem, o trabalho e o amor, Ensina, cura e canta o subido valor Do sal que à Terra empresta sabor profundo. Brilha um novo Natal com seus novos matizes, E a busca de Jesus pelo agasalho humano Incansável prossegue, ainda que seja um pano Como a mais sincera oferta dos corações. Busca alcançar as almas, famílias, nações, Onde a ventura possa, então, deitar raízes. Brilha agora o Natal com pujante vigor, Esparzindo esperanças na vida da gente, Quando claudica a fé e a dor é renitente. Convoca-nos, Jesus, à coragem sem jaça, A mostrar que na Terra toda angústia passa Para quem forja a fé nos empenhos do amor. É que, esplêndido, o Natal brilha ano após ano, Como sempre inspirando-nos benevolência, Ao mesmo tempo a lhaneza e a doce paciência, Para que junto ao lar ou no trabalho diário, Noss'alma seja qual precioso relicário Das blandícias do Céu em prol do ser humano. Brilha o Natal, cada vez mais aconchegante, A nos propor novos caminhos de prudência Ante as mais graves decisões e, sem violência, Tudo possamos resolver na luz do bem, Seguindo assim, sem guardar mágoa de ninguém, Bem junto à vibração de Jesus abençoante. Brilha o Natal no imo da mais tosca choupana, Como brilha no paço mais rico do mundo, Para ensinar-nos, em verdade, que, no fundo, Tem pouca importância a riqueza exterior, Quando seguimos vinculados ao Senhor, Cuja aura sublime todo o planeta irmana. Ave, Senhor, ante o Teu berço recordado! Ante Tua saga proclamada como um marco, Diante do poderio humano, ingênuo e parco, Que não resiste do tempo à força e à voragem. Que o Teu augusto coração dê-nos coragem De viver Teu Natal de íntimo renovado. Brilha, de novo, o Natal de Jesus no mundo! A manjedoura, a estrela e novas esperanças De que aqui se implemente as sonhadas mudanças. A Terra roga a Deus equilíbrio, eqüidade, P'ra viver sob a luz do amor e da verdade, Cada dia, com Cristo, o Natal mais fecundo. Raul Teixeira. 

Pelo Espírito Ivan de Albuquerque. Mensagem psicografada pelo médium Raul Teixeira, em 22.9.2004, na Sociedade Espírita Fraternidade, Niterói-RJ. (fonte: